De acordo com IBGE, viver é resultado de mudanças culturais
A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou que a proporção de pessoas morando sozinhas no Brasil aumentou 52% em 12 anos. Em 2012, a porcentagem das chamadas unidades unipessoais era de 12,2%. Em 2024, pulou para 18,6%.
O número de casas brasileiras com pessoas morando sozinhas cresceu em todas as faixas etárias, mas o aumento mais significativo deste fenômeno ocorreu entre pessoas de 25 a 39 anos – passando de 8,3% das residências em 2010 para 13,4% em 2022. Para o IBGE, a família de uma pessoa só é resultado de uma mudança cultural, que leva cada vez mais mulheres a optarem por viver só, pessoas adiando o casamento ou até mesmo excluindo essa meta de suas vidas.
E, o que durante muito tempo foi visto como alternativa secundária, hoje está no centro das atenções. O mercado ganhou empreendimentos bem planejados, com design assinado, comodidades e serviços agregados. Bons exemplos são os últimos lançamentos da Gadens Incorporadora: Core Faivre, Core Palácio e Core Silva Jardim. Todos levam assinaturas de grandes nomes da arquitetura, tem inúmeras opções de lazer e diferenciais construtivos capazes de atender a um estilo de vida mais moderno, adotado especialmente por nômades digitais, executivos, estudantes, idosos e até casais sem filhos.
Valorização e investimento
Dados da Brain Inteligência Estratégica mostram que, de 2015 a 2024, as vendas de imóveis compactos subiram 210%.Imóveis com um dormitório, por exemplo, seguem líderes em valorização e apresentaram o valor do metro quadrado mais elevado, com crescimento de 8,12% nos últimos 12 meses.
Ainda de acordo com a Brain, o centro de Curitiba é o bairro com maior volume de lançamentos do Brasil nos últimos três anos. Além do crescimento em vendas, os imóveis compactos também são os que registraram a maior valorização no metro quadrado em Curitiba.















