Casa Dondoca é inaugurada em Santo André

A publicitária fez da sua paixão pela moda seu negócio e comemora expansão

Idealizado por Camila Scarpa, o brechó instagramável é pioneiro na região

Nascida em São Paulo, mas criada em Santo André, Camila Scarpa, publicitária formada pela Universidade Metodista, em São Bernardo, lançou em fevereiro a Casa Dondoca, sede do brechó de luxo Dondoca Vende Tudo, com mais de quatro mil peças de vestuário. Com roupas, sapatos e bolsas para todos os gêneros e idades, a empresária falou com exclusividade com a reportagem do ABC em Notícia sobre o sucesso da marca e filiais da loja.

AN: Qual é a sua história com a região do Grande ABC?
CS:
Mudei para Santo André muito nova, com uns 6 anos, e – desde então – firmei minhas raízes por aqui. Trabalhei na Ford, em São Bernardo, durante muitos anos e Santo André me atende com ar de interior, repleto de qualidade de vida.

AN: Brechós são novidade na rotina do ABC. Por que você escolheu investir nesse segmento?
CS:
No ABC, brechós são, sem sombra de dúvida, novidade. Até existem outros modelos na região, mas o Dondoca é pioneiro. Eu queria desapegar das minhas peças pessoais e, assim, tratar a minha compulsão e ansiedade, uma vez que eu compensava tudo em compras. Como as redes sociais, em especial o Instagram, são uma janela muito forte para divulgar negócios e novas startups, fui estudar e entender como fazer um brechó que não fosse mais do mesmo. Queria que as pessoas se conectassem com a minha história, meu atendimento e, principalmente, queria mostrar para elas que era possível comprar coisas boas quando um brechó é bem estruturado. A moda real, com grandes marcas, pode ser para todos e não somente para quem for financeiramente privilegiado.

AN: Quais são os diferenciais do Dondoca Vende Tudo?
CS
: O primeiro diferencial é que o Dondoca nasceu no Instagram. Ele é o projeto de uma pessoa só – eu, no caso – e tem a particularidade de ter se colocado no lugar do outro para operacionalizar artigos seminovos em um país que não consome esses itens como deveria. Além disso, o Dondoca trabalha de forma consignada e nossa curadoria de peças é bastante específica. A loja gera toda uma experiência no consumidor a partir do Casa Dondoca, que é toda instagramável e bem localizada. As embalagens têm cheiro próprio, assim como a loja em si e até os embrulhos enviados para quem compra online. Vender em nosso espaço físico e, ainda, pela internet, com nosso acervo vasto para o país inteiro é – sem dúvida – outro imenso diferencial. Priorizamos o atendimento individualizado, conhecendo a cliente pelo nome, apresentamos o projeto antes para frisar que não somos aventureiros do mercado. Explicamos como as roupas são setorizadas e fazemos avaliações justas quando as vendas são consignadas. A relação entre administrativo e clientes é outra beleza do Dondoca. Sabemos o perfil de nossos clientes e telefonamos quando produtos com o perfil delas chegam à loja.

AN: Você acredita que, com a sustentabilidade em destaque, as pessoas perderam o preconceito de comprar em brechó?
CS:
O Brasil tem muito a evoluir em sustentabilidade para perder o preconceito. O que move os brechós, atualmente, em partes, é sim a sustentabilidade, no entanto, o reaproveitamento de roupas acontece há várias décadas. Quem se dedica a vender roupa seminova faz um trabalho muito sério, pois é uma fatia importante de consumo que não merece preconceito. A roupa mais sustentável é a que já existe.

AN: Você tem planos de inaugurar outras lojas no Grande ABC?
CS:
Tenho planos de abrir mais lojas não somente no ABC, mas de levar a cultura do Dondoca para mais regiões e estados. Somos muito procurados por outras localizações pelo nosso tipo de ação e nosso acervo.

AN: Qual é a sua história com a região do Grande ABC?
CS:
Mudei para Santo André muito nova, com uns 6 anos, e – desde então – firmei minhas raízes por aqui. Trabalhei na Ford, em São Bernardo, durante muitos anos e Santo André me atende com ar de interior, repleto de qualidade de vida.

AN: Brechós são novidade na rotina do ABC. Por que você escolheu investir nesse segmento?
CS:
No ABC, brechós são, sem sombra de dúvida, novidade. Até existem outros modelos na região, mas o Dondoca é pioneiro. Eu queria desapegar das minhas peças pessoais e, assim, tratar a minha compulsão e ansiedade, uma vez que eu compensava tudo em compras. Como as redes sociais, em especial o Instagram, são uma janela muito forte para divulgar negócios e novas startups, fui estudar e entender como fazer um brechó que não fosse mais do mesmo. Queria que as pessoas se conectassem com a minha história, meu atendimento e, principalmente, queria mostrar para elas que era possível comprar coisas boas quando um brechó é bem estruturado. A moda real, com grandes marcas, pode ser para todos e não somente para quem for financeiramente privilegiado.

AN: Quais são os diferenciais do Dondoca Vende Tudo?
CS:
O primeiro diferencial é que o Dondoca nasceu no Instagram. Ele é o projeto de uma pessoa só – eu, no caso – e tem a particularidade de ter se colocado no lugar do outro para operacionalizar artigos seminovos em um país que não consome esses itens como deveria. Além disso, o Dondoca trabalha de forma consignada e nossa curadoria de peças é bastante específica. A loja gera toda uma experiência no consumidor a partir do Casa Dondoca, que é toda instagramável e bem localizada. As embalagens têm cheiro próprio, assim como a loja em si e até os embrulhos enviados para quem compra online. Vender em nosso espaço físico e, ainda, pela internet, com nosso acervo vasto para o país inteiro é – sem dúvida – outro imenso diferencial. Priorizamos o atendimento individualizado, conhecendo a cliente pelo nome, apresentamos o projeto antes para frisar que não somos aventureiros do mercado. Explicamos como as roupas são setorizadas e fazemos avaliações justas quando as vendas são consignadas. A relação entre administrativo e clientes é outra beleza do Dondoca. Sabemos o perfil de nossos clientes e telefonamos quando produtos com o perfil delas chegam à loja.

AN: Você acredita que, com a sustentabilidade em destaque, as pessoas perderam o preconceito de comprar em brechó?
CS:
O Brasil tem muito a evoluir em sustentabilidade para perder o preconceito. O que move os brechós, atualmente, em partes, é sim a sustentabilidade, no entanto, o reaproveitamento de roupas acontece há várias décadas. Quem se dedica a vender roupa seminova faz um trabalho muito sério, pois é uma fatia importante de consumo que não merece preconceito. A roupa mais sustentável é a que já existe.

AN: Você tem planos de inaugurar outras lojas no Grande ABC?
CS:
Tenho planos de abrir mais lojas não somente no ABC, mas de levar a cultura do Dondoca para mais regiões e estados. Somos muito procurados por outras localizações pelo nosso tipo de ação e nosso acervo.

Por Bijou Monteiro

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